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Elementar, meu caro Watson

Só por curiosidade: vocês sabiam que o Sherlock dos livros NUNCA falou 'Elementar, meu caro Watson'?
Ele fala 'Elementar' e 'Meu caro Watson', mas nunca juntas, como a gente conhece. Acho que ficou super claro sobre o que eu vou falar hoje, né?
Ontem foi a estréia do filme que une o Ex da Madonna, o Iron Man, o britânico mais amado do mundo (ok, o segundo, o primeiro é o Hugh Grant) e a atriz que é amor platônico do Danny Jones.
Sherlock Holmes.


Minha irmã mais nova é uma GRANDE fã do Sherlock e eu acabei lendo um ou dois livros/contos, gostei bastante (e me pergunto: por que eu não li mais?). Por isso, fiquei super ansiosa pelo filme.
Mas, eu sou chata gente. Então, vamos começar as criticas!

Primeiro, vamos deixar bem claro:
EU ODIEI A ESCOLHA DOS ATORES.

Odiei MUITO, vocês não tem idéia.
Por exemplo, a descrição de Sherlock feita pelo Watson (é ele que narra os livros) em 'Um Estudo em Vermelho':
"a sua própria pessoa e aparência eram tais que chamavam atenção do observador mais casual. Tinha muito mais de um metro e oitenta de altura, e era tão excessivamente magro que parecia muito mais alto. Seus olhos eram agudos e penetrantes (...), e o nariz fino de águia dava a todo seu semblante um ar de vivacidade e decisão. O queixo tinha o formato proeminente e quadrado, que marca o homem de determinação. Suas mãos estavam invariavelmente manchadas de tinta e materiais químicos, no entanto, era dotado de extraordinária leveza no toque."

Agora me diz se isso parece com a descrição?

Sem altura, magreza, sem queixo proeminente, sem nariz fino de àguia. VIRA IRON MAN DE NOVO, CRIATURA.


Watson é descrito como um homem troncudo, de estatura mediana, queixo quadrado, pescoço grosso e um modesto bigode. E, aparentemente bonito.

AGORA ME DIZ, SENHOR, QUANDO, EM QUE GALÁXIA, EM QUAL PLANETA, ESTRELA OU ASTEROIDE, JUDE LAW FAZ UM PERSONAGEM QUE É DEFINIDO COMO 'APARENTEMENTE BONITO'? Por que ser aparentemente bonito é BONITINHO e todo mundo sabe qual a descrição de bonitinho, né? Um feio arrumado! Fora que a descrição diz que ele é troncudo, com o pescoço grosso... É UM MODO DE DOCE DE TE CHAMAR DE GORDO WATSON, SE LIGA!

Mas Heloíza Montenegro tem a solução.

O Sherlock Holmes do meu filme seria...


FOCO NO NARIZ, GENTE. Alooou, Adrien Brody ganhou Oscar, é magrelo até dizer basta, alto, NARIGUDISSIMO. Mandem Guy Richie ver 'The Pianist', NOW!

E o meu Watson seria...

Ele mesmo, o gordinho mais fofo e sexy do cinema: Jack Black. Sou fã do Jack Black em quase tudo que ele faz, gente. Basicamente, assistam King Kong pra entender o que eu tô falando.

Por sinal...


Eliminem a Naomi ai e veja com seus próprios olhos.


Os primeiros Sherlock/Watson do cinema. GUY RICHIE, ME CONTRATA.

Mas, sobre o filme. NÃO ASSISTAM DUBLADO! Eu assisti. Ok, coisa do acaso, vou assistir legendado o mais rápido possivel.
Não é um filme ruim. Tem umas sacadas ótimas, humor negro, mas o personagem do Sherlock é um exagerado. Comparei ele com o Willy Wonka do Depp. Extremamente performático, ao contrário do personagem do livro.
Mas é um filme que ser visto. E repetido, no meu caso, com legenda.

Mais sobre Sherlock, aqui.
MAS UM COMENTÁRIO: EU CHOREEEEEEEEEI, MOOOOOOORRI, SURTEEEEEEEEEI COM A TRILHA SONORA. PRINCIPALMENTE NA CENA DE LUTA DO HOLMES. ASSISTAM E ADIVINHEM O MOTIVO!

Helô fez esse post ao som de Extreme, More Than Words

Odiando Jane Austen

Aproveitando a internet de 1o mega do meu querido namorado, entreguei pra ele uma listinha dos filmes que eu queria (listinha uma porcaria, eram mais de 30 filmes). E essa lista possuia todos os filmes inspirados em livros de Jane Austen. Quer dizer, não todos, mas um de cada!
Dois deles eu já tinha visto/lido o livro:
Razão e Sensibilidade, que foi o primeiro livro dela que eu li, é um filme de 1995 com elenco de peso: Kate Winslet (no pior papel dela, fato), Emma Thompson (que é roterista também), Hugh Grant, Hugh Laurie (É, O HOUSE!) e Alan Rickman (vulgo Professor Snape, mas loiro). O filme é meio chato, parado... Mas é bonito. E é dele que vem o meu personagem masculino favorito da Jane: Coronel Brandon (VEMK).
Mas o primeiro filme que eu vi, logo depois de ter lido o livro, foi Orgulho e Preconceito. Aquele mesmo com a Keira e com o Matthew MacFaddyen que, vamos ser sinceras, É MARAVILHOSO. Tudo. O livro é maravilhoso, os atores são maravilhosos, as cenas são maravilhosas, a trilha sonora é maravilhosa, aaaaaaaaaaaaaaaah. E tem o Mr. Darcy (que, para a Nat, já é o bastante).
Na Bienal do Livro esse ano, eu comprei Emma. Assumo, amolei horrores pra ler o livro. Ele não me prendia, como ocorreu com PP e SS (orgulho e preconceito/razão e sensibilidade - siglas em inglês). O único personagem que me chamava a atenção era o Sr. Knightley e olhe lá. Mas vamos ao filme... Não é ruim, é bom deixar isso bem claro. Mas também não é bom. Meio termo. A escolha dos atores foi boa, até, mas eu acho que devia ser mais... Mais alguma coisa!
Agora vamos aos filmes excluidos da sociedade!
A Abadia de Northanger (Northanger Abbey) me chamou atenção por uma coisa em especial: a Felicity Jones, que interpreta a protagonista Catherine Morland. Não li o livro ainda (ainda falo sobre isso), mas a intepretação da Felicity é ÓTIMA! Uma Catherine completamente deslumbrada, jovem, com mil e um pensamentos o tempo todo. Assumo que me identifiquei bastante com ela, HAHA.
O segundo foi Mansfield Park, que ficou Palácio das Ilusões aqui. Considerei um dos filmes mais maduros da Jane, acaba tratando de uns temas mais adultos por causa da idade da protagonista. Mas a escolha dos atores foi péssima. Tudo fica muuuuuuuuuuuito parado e dá um pouco de sono...

Mas EU TENHO QUE ELEGER MEU FAVORITO!

Não tem Sr. Darcy, nem Coronel Brandon que me faça mudar de idéia: Persuasão é o melhor filme inspirado na obra da Jane. Em relação a tudo: dialogos, olhares, gestos, personagens, atores. O filme é feito de detalhes incriveis. Principalmente por que o casal principal praticamente não se fala. Pois é, gente, eles não se falam quase nada, mas fica tudo tão incrivel... Fora que o personagem do Frederick Wentworth caiu perfeitamente para o Rupert Penry-Jones, nunca vi isso na minha vida. Ele tem um tipo de olhar matador, que se encaixa perfeitamente no personagem, entende?
E você termina o filme querendo ser Anne Elliot. Sofrer como Anne Elliot, chorar como Anne Elliot, se magoar como Anne Elliot, por que você sabe que, no fim de tudo, ele estará esperando você. E com um 'Your pierce my soul', não tem coração de pedra que não se derreta.

Essa maratona cinematografica terminou no sábado de madrugada. E, sabe onde eu estava no domingo?
Acertou quem respondeu Livraria Cultura.
Peguei parte do dinheiro que ganhei de presente de Natal, carreguei meu namorado (a mãe e o namorado da mãe dele também, HAHA) e não resisti: completei minha coleção Jane Austen.


Minhas compras:
Razão e Sensibilidade, na edição da bosta da Martin Claret (pretendo comprar em inglês, fato), Jane Eyre, da Charlotte Brontë (o único não Jane da lista), Persuasão, Mansfield Park e A Abadia de Northanger, todos eles são bilíngues. Já li três (um eu já tinha lido antes), terminei Persuasão e Jane Eyre. Amei Persuasão (já imaginava que ia amar), anotei no meu diário váários trechos maravilhosos, fato. Jane Eyre é bom, a protagonista é incrivel e tem uma personalidade muito forte, mas os dialogos deixam a desejar e o mr. Rochester é um chato.
E, com vocês, minha coleção Jane Austen quase completa (Emma tá com a minha prima!).



Helô fez esse post ao som de I'll Run, The Cab



Sumiço again

Eu sei, sou uma péssima blogueira. Sumo e não dou notícia, deixo vocês esperando, tsc tsc. Mas é a correria (e a preguiça), minha gentem. Por exemplo, nesse momento, enquanto estou postando, eu deveria estar estudando história. Pois é, história! Eu vi que a Helô falou pra vocês que eu passei na UFF (*.*), mas passei da primeira pra segunda fase, viu gentes? Ainda faço prova dissertativa de história e português no dia 14/12. Desejem-me boa sorte! ;)

Mas então, como eu ainda muito sumida mesmo, vou ter que fazer um super-post (esperamos, né). Primeira coisa é que eu adorei a "lista" que a Helô postou, "Qual seria a trilha sonora da sua vida". Inclusive, foi isso que fez eu animar a arrumar o RythmBox, meu reprodutor de música. Tinha cada coisa horrorosa lá, Jesus. Então agora, enquanto escrevo, vou completando as músicas pras situações da minha vida \O/

(Lembrando que o jogo funciona assim:
1- Abra sua lista de reprodução [Winamp, Media Player ou derivados];
2- Coloque em "Ordem Aleatória";
3- Aperte "Play!";
4- Pra cada pergunta, coloque o nome da música que estiver tocando;
5- Quando for pra outra pergunta, mude de música! [ou espere ela acabar e daí continue!]
PS: Eu vou fazer comentários sobre as músicas, ok?!)

1- Créditos de Abertura:
Luka, da Suzanne Vega [Adorei. É uma música não muito animada, mas também sem ser parada, bem gostosinha. Tem caaara de música de abertura!]

2- Ao acordar:
Rooftops, do Lostprofets [???????? Acho que acordei num dia meio depressivo. Aqueles dias que você não tem um míííínimo de vontade de levantar da cama. Aí combina.]

3- Primeiro dia de aula:
Let me fall, da Alexz Johnson [Também gostei - a música é meio desconhecida, mas recomendo baixar, quem não conhece. Até que combina, a música é boazinha, uma música meio com aquela mensagem de 'me deixe fazer o que quero, porque é assim que vou aprender'. Pois é, matched.]

4- Infância:
Same mistake, do James Blunt [Achei meio nada a ver. Sei lá, a música é super deprê, não combina com criancinhas não. Combina com aquele momento depois de um break-up, mas infância?! Não sei, não.]

5- Ao se apaixonar:
And so it goes, do Billy Joel ["So I will share this room with you and you can have this heart to break" - esse é um dos meus trechos favoritos dessa música do BJ. Se isso não é música de apaixonado, gentem, não sei qual é. A música é muito linda, bem lentinha, e com uma letra muito carentinha te-dou-meu-coração. Super fofa e combinou!]

6- Música de Batalha:
Claire de Lune, Claude DeBussy [Como não sabia se música clássica valia, passei mais uma pra frente, e deu Bohemian Rhapsody, do Queen, que acho que super combina. A Claire de Lune não combina nada, com aquela composição maaaravilhosa, lentinha e apaixonante. Mas a Rhapsody dá muito certo, então vai ficar valendo ela, com sua historinha de garoto que cometeu um crime.]

7- Fim de namoro:
We are the young, do McFly [Alô? Não combina exatamente com o pós-namoro imediato, mas combina com aquela hora que você percebe que ficar sofrendo pelo que já passou é besteira e resolve seguir em frente, toda animada. Imagina, quando você percebe que você é tudo de bom, cheia de potencial e sóo tava perdendo seu tempo com aquele(a) idiota. Ééé, aí até combina.]

8- Formatura:
Anyone else but you, do The Moldy Peaches [Tá. Não combina muito bem. Mas pode até ser aquela música que você pensa em você e seus melhores amigos, as saudades que você vai sentir quando cada um for pra um lado, o medo de jamais encontrar alguém que será assim tão íntimo de você, o medo de perder contato, essas coisas. É. Talvez dê.]

9- Vida:
Roxanne, do Sting, cantada pela Dilana Robichaux [Bem, se não for aquela parte de 'vender seu corpo para a noite', até vai. A parte de não se importar se você está certa ou errada, desce. A parte de achar alguém que te ame é legal. Mas sei lá, meio nada a ver.]

10- Faculdade:
Hallelujah, do Jeff Buckley, cantada pelo Jason Castro [Uma das minhas músicas preferidas de todos os tempos, aceito qualquer ocasião regida por essa música. É uma música que fala sobre aprendizado, fé e amor, então achei que combina.]

11- Colegial:
It doesn't get better that this, do Alex Band [Música suuuuper colegial, muito animadinha e gostosinha de ouvir. Adorei, combina mesmo, pra aqueles momentos em que tudo, tudo mesmo, está bem, e tudo o que você quer fazer é aproveitar as coisas ao máximo.]

12- Depressão:
Stay on these roads, do a-Ha [Música com um esquema muito deprê, combinou perfeitamente, com a vozinha doce do vocalista de nome difícil. Hahaha, perfeita, mesmo. "The cold has a voice, it talks to me..." Alô, frio, vento, voz? Combinou, pode falar.]

13- Na estrada:
Sweet Caroline, do Neil Diamond, cantada pelo David Archuleta [Bem legalzinha. O ritmo felizinho da música até que combina com a estrada, é bem agradável. A letra fala de tempos bons, de primavera, verão, romance, casinho, calor, bons tempos e só coisas gostosas. A música é muito fofa e perfeita pra essa época de verão que tá chegando, eu aprovo!]

14- Flashback:
Over-rated, da Alexz Johnson [Eu escolheria essa música, porque de um certo modo, ela fala exatamente do passado. E o quanto nós super pomos ele num pedestal, endeusando as coisas boas que já aconteceram, até que você se cansa e começa a odiar tudo - acontece comigo e aposto que já aconteceu com você também. E a música fala o quanto não vale perseguir essas coisas. Muito bom.]

15- Reatando namoro:
All I have, do The Veronicas [PERFEITA! Meu Deus, meu player é muito inteligente. Saca só: " 'Cause you're all I have, when the world comes down on me, you're the one I love and I'm begging you to see you're all I have". Pena que, no fim, eles não ficam muito bem juntos, porque ela se sente culpada por ter traído e aí, como disse a Helô, FODEO!]

16- Casamento:
So Fast, do Jason Castro [A música é linda, mas fala de TÉRMINO de um casamento e não de um INÍCIO. Meio deprê seria casar com essa música. Nah, essa não deu certo, mesmo. Triste.]

17- Nascimento do filho:
You and I, do Will Young [Algumas partes até funcionam. Tipo, "Can't get my head around you, can't bear to be without you, can't stop from thinking 'bout you, you turn my life around", lógico que dá pra uma mãe encantada com o seu filhinho recém-nascido. No geral, a música dá certo sim, mas não é essa exatamente que eu escolheria.]

18- Batalha Final:
The dream within, da Lara Fabian [Amei. A música, imortalizada na voz muito linda da Lara Fabian, é uma música que toca no final do filme Final Fantasy - que, aliás, é muito bom! - evocando todo uma mensagem espiritual do filme. A letra da música é muito bonita mesmo, á melodia, lentinha, combina com aquelas cenas de batalha em câmera lenta - estio recap de cena de batalha de DragonBall Z - eu assistia! Ótima escolha do meu player.]

19- Cena de morte:
You're still the one e The way you look tonight, da Shania Twain com o Elton John [ALÔÔ? Bem bizarro. Se bem que a versão original de You're still the one, da Shania, combinaria com aquela cena amado encontra amada quase morrendo e fala quanto a ama. Agora, gentes, The way you look tonight? Mó música de paixão em festa, pelamor.]

20- Música do Funeral:
Dizzy, do The Goo Goo Dolls [HAHAHA, seria engraçado. Se fosse algo meio revival do que fui em vida, até pode ser. Mas acho que não combina muito aquele ritmo agitadinho com o clima de funeral. Se fosse, tipo, uma festa de morte, até dava, mas... Ah, não dã, não.]

21- Créditos Finais:
Is this love, do Bob Marley [Sem comentários. Bonitinha, belezinha, dá certo. Fim.]

Ok, fora alguns deslizes, o Box até que se saiu bem nessa. Gostei da maioria das músicas! Outra pessoa que fez a lista foi a Cee (blog de visita obrigatória pra mim, recomendo a vocês!) e a Line (que mudou o layout e ficou muito legal - exceto a parte do corpo sangrando, Mutilação corporal me dá arrepios). Quem mais fizer a lista manda o link pra gente, que a gente coloca aqui!

E eu queria fazer outra lista também. Uma lista de dicas! Estou vendo muita coisa legal por aí ultimamente, em questão de livros, filmes, produtos, e queria indicá-los para vocês. Então aí vão minhas dicas de...

Livros: o que estou lendo atualmente é a coleção das histórias do Sherlock Holmes. A coleção é dividida em três volumes, e acabei o primeiro estes dias. É bem legal, e compensa mesmo. O Conan Doyle escrevendo é bem divertido, mas de certa forma, cansativo, por isso não dá pra ler tudo direto. Ele segue um padrão pra escrever, praticamente, então parece que a linha é a mesma, só muda a história. Mas as histórias são bem legais e viajantes, e, por isso, recomendo.

Filmes: olha, da última vez que fui ao cinema foi pra levar meus irmãos pra assistir High School Musical 3. E digam o que quiserem, mas o filme é muito bonitinho, as produções são muito bem feitas, bem legal mesmo. Gostei e recomendo (nem que seja pra babar no Zac Efron - já comentei da minha obsessão por caras com rostinhos de bebê? Pois é). Para alugar, recomendo Quebrando a Banca, com o Jim Sturgess, super legal e bem feito, e com umas makes muito lindas da Kate Bosworth, que adoooro também.

Séries: deixando um pouco o Dr. House (e o Chaaaaase) de lado, o que tenho assistido ultimamente é Lipstick Jungle, que é muito boa, uma série sobre três mulheres que figuram na lista de mulheres mais poderosas de NY e suas vidas. A série é muito boa, com caras gatos e fofos, com plots de episódios bem legais. E a série que tenho baixado todos os episódios, desde o primeiro da primeira temporada é Ugly Betty, outra série muito boa, e também muito divertida, que adooooro, mas só conseguia pegar random episodes na Sony, o canal onde passa a série. As duas são muito boas e eu recomendo mesmo.

Música: a última coisa que baixei foi a-Ha, de quem eu fiquei viciada em Crying in the rain (muito, muito linda!). Sem contar que descobri que o vocalista, que era muuuuito gato antigamente, continua gatão! Além disso, a banda - que teve seu ápice do sucesso quando minha mãe tinha a mida idade - é realmente boa, com musiquinhas catchy, slow, e todos os outros tipos, para todas as horas. Recomendo muito o primeiro álbum, Hunting high and low.

Maquiagem (depois vem mais pra Line, fã-oficial das minhas dicas de maquiagem): um produto que eu comprei e simplesmente adorei foi o Avon Summer Pó Facial Bronzeador, que é um mosaico de pó num tom bronze, para o verão. De ótima qualidade, o pó é realmente bom, espalha bem e não fica marcado, parecendo que você passou pó na cara com o dedo (o que acontece com alguns pós faciais). Recomendo por isso e pelo preço, que nem é tão salgado assim (comprei o meu por R$36 e alguma coisa! E por mais R$6 e algo veio um lápis de olho cor de bronze, muito diferente).

Acho que é meio isso aí. Não tenho tanta dica assim, afinal. Mas hoje chegou minhas makes novas, que a Paulinha me mandou, e gente, de babar, tudo super maravilhoso. Já separei um rímel e uma sombra pra Cee e organizei tudo na minha estante de makes. Eu ia tirar um foto pra vocês, mas minha câmera pifou e não liga mais. Então se alguém quiser me dar presente de Natal, anota máquina fotográfica por aí.

Como eu disse antes que era uma péssima blogueira, eu cheguei aqui e já cansei. Sério, cansei. me deu preguiça de digitar, fiquei sem inspiração, sem tudo. E olha que o post nem ficou tão gigante assim. Por isso vou me despedir por agora e deixo prometido dicas de make pra mais tarde, hoje ou essa semana.

Beijo, kittens.

Nat está indo embora estudar História. Aaaargh!

Papo de Mulherzinhas

Viram as dicas preciosas que a Nat deu ai embaixo? Vou trocar Emmanuel França por Natália Lysei, AÊ. Eu fiquei bastante tempo pensando: a Nat é boa com dicas de maquiagem e beleza e eu, sobre o que diabos eu vou falar?
Depois de muito (mesmo) pensar, vi que meu lance era outra parte. Vou me aventurar nas coisas que eu mais gosto: moda (vulgo roupas), livros, filmes e música. Pelo menos uma vez por semana, vou dar dicas de livros, filmes, lojas legais, estilos de roupas, coisas divertidas e simples de serem feitas!
Acho que essa é a parte interessante de ter um blog em conjunto: vocês vão aproveitar o melhor de cada uma de nós. Apesar da Nat e eu sermos bem parecidas em alguns aspectos, somos bem diferentes também (quase dois anos de amizade comprovaram isso) e isso é bem legal, pois vocês podem acompanhar váárias coisas diferentes!

O que eu vou falar hoje é: LIVROS DE MULHERZINHAS

O público desse blog é formado, em sua maioria, por mulheres. Ok, SÓ por mulheres. E eu vou falar sobre duas escritoras que eu, particularmente, sou apaixonada. Muito apaixonada. Vou falar sobre elas e indicar algum livro delas! Vamos lá?

Louisa May Alcott

Louisa May Alcott nasceu nos Estados Unidos e é autora do meu livro favorito, Mulherzinhas. A história se passa durante a Guerra Civil americana e conta a história de Meg, a irmã mais velha, doce e vaidosa; Josephine (ou Jô), a segunda filha, corajosa, impulsiva e inspirada na autora; Beth, tímida, que tem como sua única paixão a música e Amy, feminina e aristocrática (pela minha visão, afinal, sou eu que tô escrevendo!). O livro conta a saga dessas 4 irmãs juntas e com suas histórias individuais: a luta de Jô em tornar-se uma escritora de sucesso e em ser mais feminina, Amy e o seu problemático nariz, assim como sua não aptidão para o estudo e seu talento artistico, Beth e a escarlatina, a falta de um piano e a extrema timidez e Meg, a vaidade, a vontade de ser mais rica.
Além de uma história cativante, todas as pessoas do mundo tem a sua personagem-irmã. A minha é a Jô, minha mãe se acha parecida com a Meg e minha irmã parece a Beth. Existe a continuação, 'Jô's Boys', que eu ainda não li, pois não existe em português. Se você souber ler em inglês (ou não tiver preguiça, como eu), a Barnes e Nobles tem a versão completa, que custa uns 12 reais no máximo!
E tem o filme, de 1994: Adoravéis Mulheres, com a Winona Ryder, Christian Bale, Susan Saradon. É meio dificil achar em locadoras, eu comprei por 31 reais no Submarino!

Jane Austen



Jane Austen é uma autora inglesa, escritora de vários livros. Eu li dois e meio, então, vou falar de dois que eu já li. O primeiro foi Razão e Sensibilidade. A história fala sobre duas irmãs, Ellinor e Marianne Dashwood. Devido a morte do pai, elas precisam se mudar e começar a vida em outro lugar, juntamente com a mãe. Ellinor é apaixonada por Edward Ferraz, enquanto Marianne apaixona-se por Willoughby de Allenham. Porém Willoughby vai embora, deixando Marianne sozinha e as irmãs Ellinor e Margaret ajudam Marianne a se recuperar.
Depois de um tempo, Willoughby e Marianne encontram-se num baile, mas ele a ignora (safado, fiquei com ódio dele). Ai o Coronel Brandon, um homem de 35 anos e apaixonado por Marianne (e queria eu que ele também fosse apaixonado por mim), conta a verdade sobre Willoughby. No final, Marianne fica bem doente e, quando curada, casa-se com o Brandon e Ellinor se casa com o Edward Ferraz. Clássico, han?
E o segundo é Orgulho e Preconceito. O principal personagem é Elizabeth Bennet, uma bela mulher de 20 anos, possuidora de uma mente ágil e ainda mais ágil língua. A amada irmã mais velha de Elizabeth, Jane, é mais gentil mas igualmente, se não mais, atrativa. Sr. Bennet é um excêntrico que passa a maior parte de seu tempo se escondendo em seus estudos (um refúgio por sua esposa irritante), e o resto de seu tempo fazendo sarcásticos comentários desmerecendo sua família. Uma outra irmã, Mary, é uma pregadora sem-graça, apaixonada por livros, enquanto as outras, Kitty e Lydia, são descuidadas e paqueradoras adolescentes, atraídas por homens de uniforme.Enquanto isso, a queixosa Sra. Bennet está desesperadamente determinada a assegurar bons partidos para as suas 5 filhas, enquanto tenta manter seus nervos em controle. O estado modesto da família Bennet em Hertfordshire se deve à falta de seus homens - o que significa que um primo, Sr Collins, irá herdar todo o patrimônio com a morte do Sr. Bennet, deixando a Sra Bennet e cada uma das suas não casadas filhas, sem casa e deixadas à viver com uma pequena e insuficiente renda.
Existem filmes de ambos os livros!


E ai, gostaram?
Espero que sim! Vejo vocês na próxima, por que minha querida irmã quer usar o computador e meu pé precisa ficar pra cima, pra não inxar. Oh vida, oh azar!

Helô fez esse post ouvindo Fresno, Soneto
 

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